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Política1 min de leitura

Em 1995, brasileiras em Pequim ajudaram a impulsionar a agenda do empoderamento feminino

Mulheres brasileiras atravessavam o mundo rumo à Conferência da ONU simbolizando novas possibilidades

Por Laura Greenhalgh

Fonte: Folha · Ler matéria completa

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Resumo Mastigado

Há três décadas, mulheres brasileiras foram à IV Conferência Mundial sobre a Mulher em Pequim num contexto global conturbado, representando uma semente do empoderamento feminino no país.
Em 1995, brasileiras em Pequim ajudaram a impulsionar a agenda do empoderamento feminino
Foto: Folha | Uol

Em setembro de 1995, Pequim sediou a IV Conferência Mundial sobre a Mulher, promovida pela ONU. Mulheres de todo o mundo, inclusive do Brasil, viajaram à capital chinesa para um dos encontros mais importantes da história dos direitos femininos.

O que foi a conferência

O evento reuniu delegações oficiais de governos e, em paralelo, um grande fórum de organizações não governamentais. Ao final, os países participantes adotaram a Declaração e a Plataforma de Ação de Pequim, documento que estabeleceu metas em áreas como educação, saúde, combate à violência contra a mulher, participação política e igualdade econômica.

A presença brasileira

A participação brasileira é estimada em cerca de 300 mulheres, embora o número seja incerto. Entre elas havia integrantes da delegação oficial e representantes de movimentos sociais. Para muitas, a experiência coletiva simbolizou uma nova fase de visibilidade e de articulação internacional.

Por que o encontro segue sendo lembrado

A Plataforma de Ação de Pequim virou referência para políticas públicas e para a atuação de organizações em vários países. Seus compromissos continuam sendo usados como parâmetro nos debates sobre igualdade de gênero, e o balanço do que foi cumprido varia conforme o tema e o país.