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Polilaminina: nova esperança brasileira para a medula

Molécula promete revolucionar tratamento de lesões medulares.

Por Redação Mastigado

Fonte: g1 · Ler matéria completa

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Resumo Mastigado

Pesquisadores da UFRJ estão testando a polilaminina, uma versão turbinada da laminina, para tratar lesões na medula. Os testes clínicos devem começar em 2026.
Polilaminina: nova esperança brasileira para a medula
Foto: Reprodução/G1

Uma molécula desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a polilaminina, vem sendo estudada há 28 anos e promete ser uma nova esperança para o tratamento de lesões medulares.

Este composto é uma derivação da laminina, proteína produzida naturalmente pelo corpo humano. Recentemente, a polilaminina recebeu a autorização da Anvisa para dar início aos testes clínicos em 2026. Esta fase inicial serve para garantir a segurança do medicamento antes de sua comercialização.

Curiosa a história da sua descoberta: ela começou meio por acaso. Um pesquisador da UFRJ comprou laminina para outro experimento, mas o material acabou sendo testado em lesões medulares com resultados promissores. A expectativa é que a polilaminina funcione como um 'andaime' para a reparação dos axônios rompidos na medula.

Mesmo ainda em fase experimental, alguns pacientes conseguiram acesso através de decisões judiciais e relatam bons resultados. Mas, apesar dos avanços, os pesquisadores pedem cautela até que mais dados sejam coletados durante os estudos clínicos.

Vamos acompanhar esta história nos próximos capítulos, com a expectativa de que, em breve, tenhamos um tratamento eficaz para reverter danos medulares que, até agora, eram considerados irreparáveis.